Demonstração do produto. As empresas, as pessoas, os números e os documentos desta página são inventados, e nenhum registo aqui dentro foi consultado em fonte alguma.

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Sites e presença online

Ter site e ser encontrado

Páginas novas, formulários de inscrição e o texto que faz o site aparecer nas pesquisas.

O que antes exigia um estúdio: páginas novas, formulários e o texto que faz o site ser encontrado.

Diz para que serve o site, como o dirias ao telefone.
Uma frase basta. Escreve ou carrega para falar; depois mostramos as páginas que percebemos e mudas o que estiver torto.
Escreve ou dita uma frase primeiro
O que precisamos de saber de ti
três já vêm da tua ficha
Como falas
Directo, sem adjectivos de marketing, tratamento por tujá sabemos
já na tua ficha · vem do módulo de marca, não se repete a pergunta
O que nunca dizer
«Sustentável» sem número ao lado · «autêntico» · «descubra»já sabemos
já na tua ficha · é varrido em cada página antes de te chegar
O que já tens escrito
Folheto do cabaz, a tua página de Facebook, a tabela de preçosjá sabemos
já na tua ficha · é daí que sai o texto, não de um modelo genérico
Para que serve o site
Receber assinaturas de cabaz e inscrições de restaurantes
desbloqueia a estrutura — um site para vender e um site para explicar não têm as mesmas páginas
Quem é que vai lá
Famílias de Setúbal e Palmela · restaurantes da zona
desbloqueia o texto de cada página — dois públicos, duas entradas
O endereço e quem o registou
O nome que as pessoas escrevem no telemóvel, e em nome de quem está
é a única coisa que não conseguimos ver de fora · e é o que garante que o site é teu, não nosso
Quem vai mudar textos e preços
Tu e quem trabalhar contigo no escritório
desbloqueia o guia de edição e quantas pessoas convidamos a editar
Onde tipicamente ninguém sabe responder, recomendamos.
A pergunta que trava as pessoas é quantas páginas fazer. A resposta certa não é o maior número que cabe no plano — é o menor número que ninguém tem de manter à força. Seis páginas é o que este negócio precisa, e uma delas és tu a escrever quando te apetecer. Se quiseres mais, fazemos: fica registado que a recomendação foi nossa e a escolha tua.
Como corre
abre um passo para ver o que ele fez
Perguntamos e vamos vertrabalho nosso
Aprovas a estrutura e os textoscerca de dez minutos teus
Construímos e testamos como se fosses tutrabalho nosso
Fica teu e mudas o que quiseressem nos pedir

Só te perguntámos o que não conseguíamos descobrir sozinhos: para que serve o site, quem vai lá, o endereço e quem o vai editar. A tua voz, o que não podes dizer e os textos que já tens vieram da ficha da empresa.

O que ficou definido: um site para receber assinaturas de cabaz e inscrições de restaurantes, para dois públicos, com seis páginas e duas pessoas a editar.

O que ficou por confirmar ficou escrito como tal — os dias de entrega em Setúbal cidade estão marcados «a confirmar pela cooperativa». Não inventámos um horário para a página não ficar com um espaço em branco.

Antes de escrever uma linha, três buscas: o que já tens no ar, o que já usas para trabalhar, e o que fazem os melhores do teu sector. O briefing de um cliente está quase sempre um passo atrás da realidade dele.

O que já tens: uma página de Facebook activa e um folheto em PDF. Não há site antigo para auditar, o que é boa notícia — não há nada a desmontar.

O que já usas para trabalhar: as encomendas chegam por mensagem e vivem numa folha de cálculo. Decisão tomada aqui: o site liga-se a isso e não o substitui. Quem já te encomenda por mensagem continua a poder.

O que o research desmentiu do briefing: já entregas em Setúbal cidade, e isso não estava na conversa inicial. Passou a ter lugar próprio na página de início — é procura que estavas a deixar de fora.

Dos melhores do sector tirámos regras, não inspiração: foto do produto real e não de banco de imagens, preço visível antes de haver formulário, e «o que há esta semana» acima da dobra.

O que não fizemos: não falámos com os teus clientes. Ouvir quem te compra é outro trabalho e não está neste.

Desenhámos as páginas que este negócio precisa — não um modelo com secções a mais — e escrevemos o texto de cada uma na tua voz, a partir do teu folheto e da tua página.

Seis páginas, e a razão de cada uma está na lista em baixo. Duas entradas separadas, porque uma família e um restaurante não procuram a mesma coisa.

Zero texto de encher. Nenhuma frase de exemplo, nenhum parágrafo à espera de ser substituído. O que não tinha origem no que nos deste ficou marcado a confirmar.

Onde está o texto: em ficheiros separados do desenho. É essa separação que te deixa mudar um preço sem mexer na página — e é a razão pela qual o passo 6 é possível.

O site é construído com a tua marca aplicada e o conteúdo separado do desenho. Feito primeiro para telemóvel, porque é aí que a maior parte das pessoas te vai abrir.

A tua cor entra em botões e etiquetas, não a pintar fundos inteiros. É a diferença entre um site que parece profissional e um que parece um modelo pintado.

Menu de telemóvel obrigatório, e as fotografias aparecem à medida que desces em vez de estarem todas paradas. Movimento curto — nada que faça esperar.

Antes do teste, duas leituras críticas: uma de quem olha para navegação e outra de quem olha para movimento. No primeiro cliente do motor foi assim que se apanhou um menu que simplesmente não abria no telemóvel — e tinha passado por duas revisões antes.

Antes de te mostrar, o site é usado. Não é olhado — é usado: abrir todas as páginas, carregar em todos os botões, submeter os formulários de propósito para ver se a mensagem chega.

Duas camadas. Primeiro a verificação automática: ligações partidas, âncoras, tamanhos de ecrã, descrições das imagens, texto de encher. Depois as páginas servidas a sério, uma a uma, com resposta confirmada.

Seis páginas abertas, zero ligações partidas. Os dois formulários submetidos com dados de teste, e as duas mensagens confirmadas à chegada.

O que apanhámos e corrigimos: a tabela dos três tamanhos de cabaz não caía bem em ecrã pequeno, e o botão de assinar ficava abaixo da dobra no telemóvel. Os dois arranjados antes de isto te ser mostrado.

É esta etapa que separa isto de um gerador de páginas. Um gerador entrega o que produziu; aqui entrega-se o que foi usado.

A entrega não é um endereço. É o endereço, mais quem é o dono do quê, mais uma folha que explica como se muda uma coisa — escrita para quem não é da área.

O que fica teu: o endereço na internet e todo o conteúdo — textos, preços, fotografias, notícias. Em teu nome, e sai daqui contigo se um dia quiseres sair.

O que fica connosco: a estrutura e o desenho. Páginas novas e mudanças de desenho são trabalho nosso, e isso está no preço mensal — dito agora, não descoberto depois.

O guia: uma folha, cinco passos, com o exemplo mais pedido — «como publicar uma notícia» — e o segundo mais pedido, mudar um preço. Está demonstrado em baixo, nesta página, para não ficares com a promessa apenas.

O que recebes
seis páginas, e quem muda o quê em cada uma
Início
O que há esta semana, e o botão de assinar acima da dobramudas tu, todas as semanas
por aprovar — nada é construído antes do teu sim
O cabaz
Os três tamanhos, o que vem em cada um, e o preço à vista antes de haver formuláriomudas tu
por aprovar — nada é construído antes do teu sim
Quem produz
Os produtores com nome, terra e foto — o teu argumento mais fortemudas tu, quando entra gente nova
por aprovar — nada é construído antes do teu sim
Restaurantes
Entrega semanal, quantidades e a inscrição própria deste públicoestrutura nossa, texto teu
por aprovar — nada é construído antes do teu sim
Da terra
O que está na época e o que acaba — as notícias que te fazem aparecer nas pesquisasescreves tu, quando te apetecer
por aprovar — nada é construído antes do teu sim
Contactos
Onde estás, horário de entrega, telefone e o formuláriomudas tu
por aprovar — nada é construído antes do teu sim
Uma página por coisa que as pessoas procuram. A entrada dos restaurantes é separada de propósito: um restaurante que aterra numa página feita para famílias sai de lá.
Aprovar a estrutura de uma vez — cerca de dez minutos.
Seis páginas, uma lista, um sim. Dizemos-te o tempo antes de o pedir. O que reprovares volta para trás com a tua razão e é reescrito antes de se construir o que quer que seja.

Ser encontrado faz parte do módulo, não é um extra. Não vendemos posições em pesquisas — o que fazemos é escrever cada página para a pesquisa que ela responde, e não deixar o site atrapalhar. Aparecer leva semanas, e a página que te traz procura nova todos os meses é a que escreves tu.

«cabaz de legumes Setúbal»
Título e primeira frase escritos para esta pesquisa. O preço na mesma página, porque é a segunda coisa que a pessoa procura.O cabaz
«cabaz biológico entrega Palmela»
A zona de entrega dita por extenso, não escondida no rodapé.Início
«legumes da época Agosto»
É a página que te dá pesquisas novas todos os meses — e é por isso que a escreves tu, não nós.Da terra
«fornecedor de legumes para restaurantes Setúbal»
Público diferente, palavras diferentes. Uma página só para isto vale mais que um parágrafo na de baixo.Restaurantes

Os formulários de inscrição são a razão de ser do site. É por aqui que deixas de receber encomendas por mensagem — e é este módulo que os entrega, também quando outro trabalho precisa deles.

Quero receber cabaz
Nome, telefone, rua, tamanho do cabaz e com que frequência
cai na tua caixa de entrada · e a pessoa recebe confirmação na hora
Sou restaurante
Restaurante, pessoa de contacto, quantidades e dia de entrega que dá
cai na tua caixa de entrada, marcado como restaurante
Inscrição para um evento
A mesma coisa, com o nome do evento e a data
é o que a feira de Setembro em Palmela vai usar — a página de inscrição sai deste módulo
Muda um preço agora, aqui, para ver como é.
Três passos, sempre os mesmos: abres a página «O cabaz», escreves o número novo, guardas. Não há mais nada, e não passa por nós.
Cabaz médio
15no ar agora
página «O cabaz» · o texto e o preço vivem separados do desenho, e é por isso que mexer num não parte o outro
Preço novo
O limite, dito agora e não descoberto depois: textos, preços, fotografias e notícias mudas tu, sempre, sem custo. Páginas novas e mudanças de desenho são trabalho nosso, e estão no preço mensal em baixo.
Honestidade do motor
o que corre hoje, não o que se pretende

Páginas novas e desenho são trabalho nosso, com mão humana. Textos, preços e fotografias mudas tu, sem nos pedir.

Preço ligado ao trabalho
do plano, sempre à vista
Ter site e ser encontrado
Sites e presença online · escalão Starter
79 €/mês
Páginas novas, formulários de inscrição e o texto que faz o site aparecer nas pesquisas.
Fora deste valor fica só o endereço na internet, que se paga uma vez por ano e está em teu nome — para o site ser teu de facto, e não só de nome.

A pergunta que trava quem tem um negócio pequeno não é «será bonito?». É «e depois fico dependente deles para mudar um preço?» — porque já foi assim uma vez. Por isso a entrega deste módulo não acaba num endereço: acaba com a propriedade declarada, uma folha que explica como se muda uma coisa, e a mudança feita à frente da pessoa, nesta página.

É também a razão de o conteúdo viver separado do desenho. Se o preço estivesse escrito dentro da página, mudá-lo era mexer no site — e mexer no site é ter de nos pedir. Separados, mudas o número e mais nada acontece.

E é por isso que testar conta como etapa própria. Um gerador de páginas entrega o que produziu; aqui abre-se o site como quem chega de fora, submete-se o formulário para ver se a mensagem chega, e só depois é que te mostramos.

Nota

Estás a ver a Raiz, o nosso cliente de exemplo — é assim que o módulo corre e isto é o que produz.

O produto conquista a relação. A missão aprofunda-a.

Fazemos lucro. Só não o guardamos.

A entidade que factura é publicada aqui.