Ter site e ser encontrado
Páginas novas, formulários de inscrição e o texto que faz o site aparecer nas pesquisas.
O que antes exigia um estúdio: páginas novas, formulários e o texto que faz o site ser encontrado.
Só te perguntámos o que não conseguíamos descobrir sozinhos: para que serve o site, quem vai lá, o endereço e quem o vai editar. A tua voz, o que não podes dizer e os textos que já tens vieram da ficha da empresa.
O que ficou definido: um site para receber assinaturas de cabaz e inscrições de restaurantes, para dois públicos, com seis páginas e duas pessoas a editar.
O que ficou por confirmar ficou escrito como tal — os dias de entrega em Setúbal cidade estão marcados «a confirmar pela cooperativa». Não inventámos um horário para a página não ficar com um espaço em branco.
Antes de escrever uma linha, três buscas: o que já tens no ar, o que já usas para trabalhar, e o que fazem os melhores do teu sector. O briefing de um cliente está quase sempre um passo atrás da realidade dele.
O que já tens: uma página de Facebook activa e um folheto em PDF. Não há site antigo para auditar, o que é boa notícia — não há nada a desmontar.
O que já usas para trabalhar: as encomendas chegam por mensagem e vivem numa folha de cálculo. Decisão tomada aqui: o site liga-se a isso e não o substitui. Quem já te encomenda por mensagem continua a poder.
O que o research desmentiu do briefing: já entregas em Setúbal cidade, e isso não estava na conversa inicial. Passou a ter lugar próprio na página de início — é procura que estavas a deixar de fora.
Dos melhores do sector tirámos regras, não inspiração: foto do produto real e não de banco de imagens, preço visível antes de haver formulário, e «o que há esta semana» acima da dobra.
O que não fizemos: não falámos com os teus clientes. Ouvir quem te compra é outro trabalho e não está neste.
Desenhámos as páginas que este negócio precisa — não um modelo com secções a mais — e escrevemos o texto de cada uma na tua voz, a partir do teu folheto e da tua página.
Seis páginas, e a razão de cada uma está na lista em baixo. Duas entradas separadas, porque uma família e um restaurante não procuram a mesma coisa.
Zero texto de encher. Nenhuma frase de exemplo, nenhum parágrafo à espera de ser substituído. O que não tinha origem no que nos deste ficou marcado a confirmar.
Onde está o texto: em ficheiros separados do desenho. É essa separação que te deixa mudar um preço sem mexer na página — e é a razão pela qual o passo 6 é possível.
O site é construído com a tua marca aplicada e o conteúdo separado do desenho. Feito primeiro para telemóvel, porque é aí que a maior parte das pessoas te vai abrir.
A tua cor entra em botões e etiquetas, não a pintar fundos inteiros. É a diferença entre um site que parece profissional e um que parece um modelo pintado.
Menu de telemóvel obrigatório, e as fotografias aparecem à medida que desces em vez de estarem todas paradas. Movimento curto — nada que faça esperar.
Antes do teste, duas leituras críticas: uma de quem olha para navegação e outra de quem olha para movimento. No primeiro cliente do motor foi assim que se apanhou um menu que simplesmente não abria no telemóvel — e tinha passado por duas revisões antes.
Antes de te mostrar, o site é usado. Não é olhado — é usado: abrir todas as páginas, carregar em todos os botões, submeter os formulários de propósito para ver se a mensagem chega.
Duas camadas. Primeiro a verificação automática: ligações partidas, âncoras, tamanhos de ecrã, descrições das imagens, texto de encher. Depois as páginas servidas a sério, uma a uma, com resposta confirmada.
Seis páginas abertas, zero ligações partidas. Os dois formulários submetidos com dados de teste, e as duas mensagens confirmadas à chegada.
O que apanhámos e corrigimos: a tabela dos três tamanhos de cabaz não caía bem em ecrã pequeno, e o botão de assinar ficava abaixo da dobra no telemóvel. Os dois arranjados antes de isto te ser mostrado.
É esta etapa que separa isto de um gerador de páginas. Um gerador entrega o que produziu; aqui entrega-se o que foi usado.
A entrega não é um endereço. É o endereço, mais quem é o dono do quê, mais uma folha que explica como se muda uma coisa — escrita para quem não é da área.
O que fica teu: o endereço na internet e todo o conteúdo — textos, preços, fotografias, notícias. Em teu nome, e sai daqui contigo se um dia quiseres sair.
O que fica connosco: a estrutura e o desenho. Páginas novas e mudanças de desenho são trabalho nosso, e isso está no preço mensal — dito agora, não descoberto depois.
O guia: uma folha, cinco passos, com o exemplo mais pedido — «como publicar uma notícia» — e o segundo mais pedido, mudar um preço. Está demonstrado em baixo, nesta página, para não ficares com a promessa apenas.
Ser encontrado faz parte do módulo, não é um extra. Não vendemos posições em pesquisas — o que fazemos é escrever cada página para a pesquisa que ela responde, e não deixar o site atrapalhar. Aparecer leva semanas, e a página que te traz procura nova todos os meses é a que escreves tu.
Os formulários de inscrição são a razão de ser do site. É por aqui que deixas de receber encomendas por mensagem — e é este módulo que os entrega, também quando outro trabalho precisa deles.
Páginas novas e desenho são trabalho nosso, com mão humana. Textos, preços e fotografias mudas tu, sem nos pedir.
A pergunta que trava quem tem um negócio pequeno não é «será bonito?». É «e depois fico dependente deles para mudar um preço?» — porque já foi assim uma vez. Por isso a entrega deste módulo não acaba num endereço: acaba com a propriedade declarada, uma folha que explica como se muda uma coisa, e a mudança feita à frente da pessoa, nesta página.
É também a razão de o conteúdo viver separado do desenho. Se o preço estivesse escrito dentro da página, mudá-lo era mexer no site — e mexer no site é ter de nos pedir. Separados, mudas o número e mais nada acontece.
E é por isso que testar conta como etapa própria. Um gerador de páginas entrega o que produziu; aqui abre-se o site como quem chega de fora, submete-se o formulário para ver se a mensagem chega, e só depois é que te mostramos.
Nota
Estás a ver a Raiz, o nosso cliente de exemplo — é assim que o módulo corre e isto é o que produz.
O produto conquista a relação. A missão aprofunda-a.
Fazemos lucro. Só não o guardamos.
A entidade que factura é publicada aqui.