Estar presente nas redes
Calendário, textos e imagens todos os meses, no teu tom, prontos para aprovares em lote.
O que antes exigia uma agência: um mês de conteúdo produzido no teu tom, à espera da tua aprovação.
Lemos na tua ficha os três pilares e quantas vezes por semana aguentas aprovar. Daí saiu a grelha de Agosto: que dia, que sítio, que tema — sem dois temas iguais seguidos e sem passar do que disseste que consegues.
Vinte peças em Agosto — Instagram às segundas, quartas e sextas; Facebook às quintas; TikTok aos sábados. Terças e domingos ficam livres de propósito.
A rotação dos temas: quem produz → o que está na época → como chega a casa, e outra vez. Nunca dois seguidos do mesmo, porque isso é o que faz um mês parecer repetido.
Nada disto foi decidido neste écrã. A cadência e os pilares são da tua ficha; se mudares lá, o mês seguinte sai diferente sem ninguém tocar em nada.
Cada peça nasce uma vez, na tua voz, com o tema do dia. Não escrevemos seis versões de raiz — isso dava seis vozes diferentes.
Peça de segunda, tema «quem produz»: «O tomate desta semana é do Sr. Fernando, em Palmela. Colhido à segunda, entregue à quarta.»
Onde faltou um facto, ficou o espaço em branco à vista — não inventámos quantos anos ele tem de campo. Ficou marcado para confirmares ou tirarmos.
Não inventa números. O que não está medido na tua ficha não entra na peça, mesmo que soasse melhor.
Depois adaptámos. Não é a mesma legenda colada em seis sítios — cada sítio tem um limite, um formato e um registo, e uma peça colada denuncia-se logo.
Instagram — a frase do Sr. Fernando fecha sentido antes do «ver mais»; etiquetas no fim; o convite manda para a bio, porque o link não é clicável.
Facebook — a mesma história com mais contexto: porque é que dois dias entre a terra e a mesa muda o sabor. Link no fim.
TikTok — deixa de ser texto e passa a guião marcado ao segundo, com o que se vê e o que se ouve em cada momento.
Sobre os avisos obrigatórios: onde o espaço é curto entra a versão curta; onde há espaço, a longa. Não é o mesmo rodapé em todos.
Para cada peça que precisa de imagem escrevemos a descrição de que a ferramenta de imagem precisa — com a tua estética à cabeça e o formato certo do sítio onde vai sair.
Peça de segunda, formato de carrossel: mãos de quem colheu a segurar tomate, luz de fim de tarde, caixa de madeira, fundo de estufa desfocado, sem texto na imagem, quadrado.
A tua estética vai à frente do pedido — as cores, os objectos que aparecem e as regras de texto na imagem saem da tua ficha, não do gosto de quem escreve.
O que entregamos é a descrição, não o ficheiro. Gerar as imagens é um passo à parte, e dizemos sempre qual dos dois estás a receber.
O guião de sábado foi partido em cenas curtas. Uma cena por pedido, um movimento de câmara por cena, e o som especificado — senão sai um vídeo com boa imagem e áudio de ninguém.
Cena 1 (0–4s) — mãos a abrir a tampa do cabaz, câmara a descer devagar, som de caixa a abrir e ambiente de manhã.
Cena 2 (4–9s) — melancia cortada em plano fixo, faca a entrar, sem música.
Cena 3 (9–14s) — plano das caixas empilhadas com o nome do produtor visível, voz-off por cima.
Vertical, forçado — em vertical não se descobre na montagem que a imagem estava deitada.
Onde não é uma imagem gerada mas uma peça montada — o carrossel de cinco páginas, por exemplo — o visual é composto no formato certo, com a tua marca aplicada.
Carrossel de segunda, cinco páginas: primeira com a frase e a tua marca; três de meio, um assunto em cada; última com o convite, o aviso e a tua conta.
Um assunto por página. Duas ideias na mesma página é uma que ninguém lê.
Só depois do texto aprovado. Desenhar sobre um texto que ainda vai mudar é trabalho feito duas vezes.
No fim, o lote inteiro é varrido antes de te chegar: as palavras que a tua marca proíbe, os avisos obrigatórios no nível certo de cada sítio, e os números — nenhum entra sem estar medido.
Apanhado e corrigido: «tomate 100% natural» na peça de quarta. A tua própria regra proíbe, e ficou «tomate colhido em Palmela na segunda».
Apanhado e sinalizado, não corrigido: «o dobro das vendas» na peça de Facebook. Sem a loja ligada só sabemos contar cabazes, não euros — a sugestão é «o dobro dos cabazes novos», que está medido. Quem decide se muda és tu.
Vinte peças, três temas cobertos, zero palavras proibidas. O que ficou em aberto vem escrito no resumo, não escondido.
O lote é distribuído pelos dias e fica agendado como rascunho. Nada sai sem o teu sim — e isso não é uma opção que se desligue nas preferências.
Vinte linhas, uma por peça — dia, sítio, estado. Todas em rascunho, com o identificador de cada uma, para se poder confirmar uma a uma que está onde diz que está.
Nenhum dia sem linha. Se uma peça não conseguiu ficar agendada, aparece como bloqueada com a razão — não desaparece da lista.
Publicar é uma decisão tua, tomada na altura. Não há aprovação que valha para o mês seguinte, e não se aprova nada fora da plataforma.
O mesmo assunto, dito como cada sítio pede. Uma peça não se cola em seis lados — o que muda de sítio para sítio está aqui, e é por isso que o mesmo tema não sai igual duas vezes.
Produzimos tudo e entregamos o mês pronto a aprovar. O agendamento nas redes ainda não está ligado — a ferramenta está por escolher. Publica-se depois de aprovares, nunca antes.
O que custa tempo a quem tem um negócio pequeno não é escrever uma publicação — é decidir vinte vezes por mês o que publicar, e depois aprovar vinte vezes. Por isso o trabalho é entregue em lote, com o tempo declarado antes de ser pedido: um mês, uma lista, quatro minutos.
E é por isso que a peça se escreve uma vez e depois se adapta. Seis textos escritos de raiz para seis sítios dão seis vozes diferentes — e uma marca com seis vozes não é uma marca.
O rascunho como estado por defeito não é cautela excessiva. É a única forma de a confiança crescer no sentido certo: primeiro vês o que sai, depois deixas sair.
Nota
Estás a ver a Raiz, o nosso cliente de exemplo — é assim que o módulo corre e isto é o que produz.
O produto conquista a relação. A missão aprofunda-a.
Fazemos lucro. Só não o guardamos.
A entidade que factura é publicada aqui.