Demonstração do produto. As empresas, as pessoas, os números e os documentos desta página são inventados, e nenhum registo aqui dentro foi consultado em fonte alguma.

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Publicidade paga (Google e Meta)

Pôr dinheiro a trazer clientes

Onde investir, quanto por canal, que anúncios, e o que se espera de retorno. Aprovas o plano antes de haver um euro gasto.

O que antes exigia um departamento de media: onde investir, quanto por canal e o retorno esperado — antes de haver um euro gasto.

Antes de leres o resto: o plano e os anúncios saem daqui prontos, mas quem carrega no botão no Google Ads e no Meta é uma pessoa da nossa equipa. Ainda não há ligação directa a essas plataformas. Está tudo explicado em «Honestidade do motor», mais abaixo, com o que muda quando a ligação existir.
Diz o que queres que o dinheiro faça.
Uma frase basta. Escreve ou carrega para falar; depois mostramos o plano como o percebemos, e mudas o que estiver torto. Não sai um euro antes de aprovares.
Escreve ou dita uma frase primeiro
O que precisamos de saber de ti
três já vêm da tua ficha
Como falas
Directo, sem adjectivos de marketing, tratamento por tujá sabemos
já na tua ficha · vem do módulo de marca, e é o que trava um anúncio escrito como toda a gente escreve
O que nunca dizer
«Sustentável» sem número ao lado · «autêntico» · «descubra»já sabemos
já na tua ficha · é varrido em cada anúncio antes de ir a aprovação
Para onde as pessoas vão
A página «O cabaz», com o preço à vista antes de haver formuláriojá sabemos
já na tua ficha · veio do módulo de site · pagar por um clique que aterra numa página fraca é dinheiro deitado fora
Quanto podes gastar, no máximo
O tecto por mês. Não é uma sugestão nossa — é um travão teu
desbloqueia tudo o resto · sem tecto não há proposta, porque não há de quê repartir
O que conta como resultado
Assinaturas novas de cabaz. Não gostos, não seguidores
desbloqueia a métrica · e é o que decide se o dinheiro vai para pesquisas ou para alcance
Até onde entregas
Setúbal e Palmela, mais as freguesias entre as duas
desbloqueia o raio · mostrar anúncios a quem não recebe entrega é a forma mais rápida de gastar sem resultado
Quem pode dizer sim a um gasto
Quem assina — e fica registado quem aprovou e quando
desbloqueia o portão · sem uma pessoa nomeada não há quem aprove, e sem aprovação não se lança
Onde tipicamente ninguém sabe responder, recomendamos.
A pergunta que trava toda a gente é «quanto devia gastar?». A resposta certa não é o máximo que cabe no plano — é o mínimo que permite aprender alguma coisa em três semanas. Abaixo de um certo ponto, o canal das pesquisas não junta dados suficientes para se saber se resulta, e paga-se para não ficar a saber nada. Se quiseres começar mais abaixo, começamos: fica registado que a recomendação foi nossa e a escolha tua.
Como corre
abre um passo para ver o que ele fez
Dizes o que queres e quanto podeso tecto é teu
Propomos onde, quanto e porquêtrabalho nosso
Aprovas — e só aqui sai dinheirocerca de dez minutos teus
Lançamos à mão e mostramos o que deutrabalho nosso

Antes de escolher um canal, fica escrito o que conta como resultado. Aqui foram assinaturas novas de cabaz — não notoriedade, não seguidores. A tua voz, o que não podes dizer e a página de destino vieram da ficha da empresa.

Objectivo declarado: mais famílias de Setúbal e Palmela a assinar o cabaz.

O que ficou escrito como não sendo objectivo: crescer em seguidores. É uma decisão, não um esquecimento — e é ela que faz a maior parte do dinheiro ir para as pesquisas em vez do alcance.

O que não fizemos: não fizemos pesquisa de mercado nova para isto. O plano assenta no que já se sabia do módulo de site. Se quiseres pesquisa a sério do mercado, é outro trabalho e não está neste preço.

Dois canais escolhidos e dois rejeitados, cada um com a razão escrita. Cada canal leva um objectivo próprio e uma métrica própria, porque «estar presente» não é objectivo.

Google, pesquisas: apanha quem já anda à procura. Objectivo de conversão, medido em cliques para a página do cabaz.

Meta, Setúbal e Palmela: existe aos olhos de quem ainda não te procura. Objectivo de alcance, e dito como tal — não se disfarça de vendas.

Dois rejeitados com razão, em baixo. O valor deste passo não é aceitar os canais que o cliente sugere; é validá-los ou contradizê-los com fundamento.

A repartição que vês em baixo foi escrita por uma pessoa da nossa equipa, a partir dos objectivos do passo anterior. Não saiu de uma fórmula — e é por isso que cada linha traz o raciocínio ao lado em vez de um número sozinho.

Esta peça do sistema não corre. Está declarada como esqueleto: tem o contrato escrito para o dia em que houver ligação às plataformas e uma tabela de referências de custo com fonte, e até lá não calcula nada.

O que isso significa na prática, e dá para ver: muda o tecto em baixo e a repartição não se recalcula sozinha — fica marcada «por refazer» até uma pessoa a refazer. É desconfortável de mostrar, e é verdade.

Nunca um número único. Uma banda, o pressuposto que a sustenta escrito ao lado, e «por medir» nos sítios onde não há ligação que nos diga o que aconteceu.

Esta peça também não corre. É o par da anterior e está no mesmo estado: contrato escrito, lógica por implementar até haver investimento pago a sério e referências com fonte.

O que se manteve mesmo sem ela correr foram as duas regras que ela declara: nunca um cenário único falsamente preciso, e nunca uma referência de custo sem fonte. As bandas em baixo são estimativa de pessoa, com o pressuposto à frente.

E as duas contas que dependiam de saber quem assinou ficam por medir. Podíamos ter escrito lá um número plausível. Um número plausível é a mentira mais cara deste módulo, porque só se descobre três meses depois.

Peça a peça decide-se se a imagem é real, montada, ou gerada. E dessa decisão sai a lista concreta do que precisamos de ti — não uma lista de desejos.

A foto do cabaz é real e não é negociável. Estás a prometer o que entregas; a prova tem de ser a coisa. As outras duas peças podem ser compostas.

Dois materiais pedidos, com prioridade e com o que acontece se não chegarem. Um deles trava a peça, o outro degrada-a — e a diferença está escrita antes de te pedirmos seja o que for.

Por defeito, tudo fica em rascunho. Publicar a sério exige uma autorização explícita na própria sessão, e fica registado quem autorizou e quando. Nas plataformas de anúncios, o passo final é feito à mão.

O mapa de lançamento tem uma linha por peça, e nenhuma peça fica sem linha. Cada linha diz em que estado está: em rascunho, em fila, ou bloqueada.

As duas linhas do Google Ads e do Meta saem bloqueadas, com a nota da razão: não há ligação a essas plataformas. Bloqueado não quer dizer parado — quer dizer que a partir dali é uma pessoa da nossa equipa a criar a campanha, com o teu plano ao lado.

No fim do mês, três coisas: o que aconteceu, o que isso significa em linguagem de dono de negócio, e uma a três coisas concretas a mudar. Cada afirmação cita o número que a sustenta.

Os números dos anúncios não chegam sozinhos. Vêm por colagem manual num modelo próprio, porque a ligação automática às plataformas de anúncios está declarada como fora desta versão. É trabalho de pessoa, e está no preço.

Métrica em falta escreve-se «sem dados», com a razão. Nunca estimada. Também não se tiram conclusões fortes de amostras pequenas — três semanas de anúncios não são uma tendência, e o relatório di-lo em vez de te deixar concluir mal.

O teu tecto
o travão é teu, e não há forma de o ultrapassar
Tecto por mês
400definido por ti
é o máximo que pode ser gasto num mês em anúncios, somando todos os canais · não inclui o preço do módulo, que está em baixo
Mudar o tecto
Gasto até agora
0 €nesta demonstração, sempre
no real, este número só se mexe depois de haver aprovação tua registada
O que recebes
proposta, com o raciocínio de cada linha

Isto é uma proposta, não um número mágico. Cada linha diz o que aquele dinheiro vai fazer, para quem, e como se mede. Se discordares de uma, muda-se essa — não é preciso deitar o plano fora.

Google — pesquisas
260 € por mês
quem já anda à procura · mede-se em cliques para a página «O cabaz»
Leva a maior parte porque é o dinheiro que apanha pessoas já decididas a procurar «cabaz de legumes Setúbal». Não cria vontade nenhuma; recolhe a que já existe. É o mais perto de uma assinatura que este orçamento chega.
Meta — Setúbal e Palmela
140 € por mês
quem ainda não te procura · mede-se em alcance na zona de entrega
A parte menor, e de propósito. Serve para existir aos olhos de quem nunca pensou em assinar um cabaz — mas quem vê um anúncio destes raramente assina no próprio dia. Se o mês apertar, é a esta parte que se corta primeiro.
Os dois valores somam o teu tecto e nunca o ultrapassam. Se um canal gastar menos do que estava previsto, o que sobra não passa automaticamente para o outro — passa por ti.

E os canais que não escolhemos, com a razão. Vale tanto como a lista dos escolhidos: é aqui que se vê se houve uma decisão ou só um hábito.

TikTok pago
A pessoa que assina um cabaz semanal e organiza a semana à volta dele não decide aqui. Rejeitado com razão escrita, não esquecido.fora do plano
LinkedIn
Faria sentido para o público dos restaurantes, mas com este tecto dividir por três canais é não fazer nenhum bem. Fica anotado para quando o tecto subir.fora do plano

O que se pode esperar — e o que não sabemos. Duas destas quatro linhas são estimativas com o pressuposto à frente. As outras duas dizem «por medir», porque hoje não há ligação entre o clique no anúncio e quem assinou.

Pessoas que te encontram na pesquisa
40 a 90 por mês
pressuposto: entre 0,25 € e 0,55 € por clique em pesquisas locais desta dimensão
A banda é larga de propósito. Aperta-se na segunda semana, quando houver números teus em vez de pressupostos — e aí a estimativa passa a ser uma medição.
Pessoas alcançadas na zona
6 000 a 11 000
pressuposto: custo por mil pessoas alcançadas entre 4 € e 8 € num raio de vinte quilómetros
Alcance não é resultado. Está aqui porque é o que este canal sabe entregar, e para ficar claro que não é a mesma coisa que uma assinatura.
Assinaturas novas
por medir
não temos ligação entre o clique e quem assinou
Podíamos escrever aqui um número e ninguém dava por isso durante três meses. Não escrevemos. Fica por medir até o site nos dizer quem chegou por um anúncio.
Custo por assinatura
por medir
depende do número acima, que ainda não existe
É a única conta que interessa de verdade neste módulo, e é a que não podemos fazer hoje. Dizê-lo é mais barato do que estimá-lo mal.

Os anúncios, e como cada um é feito. Real, montado ou gerado — a decisão é por peça, e é ela que dita o que precisamos de ti.

Pesquisa Google · texto e foto do cabaz
Estás a prometer aquilo que entregas. Uma foto gerada por computador de um cabaz que não é o teu não passa aqui — e se a pessoa recebe outra coisa, o problema é maior do que o anúncio.real
Meta · imagem da zona de entrega
A tua foto real do cabaz, com o fundo composto para dar a ler a zona. O produto é real; o cenário é montado.misto
Meta · vídeo curto de dez segundos
Anima-se a fotografia forte que já existe em vez de filmar. Se o anúncio precisasse de te ver a falar, não se fazia assim — precisaria de filmagem a sério.a partir de uma imagem
Fotografias do cabaz montado
três, à luz do dia, com o cabaz cheio como sai para entregasem isto não sai
É o produto no anúncio. Sem isto não há peça de pesquisa, e não há substituto honesto.
Uma frase tua sobre a entrega
dita ao telemóvel, meio minuto chegamelhora, não trava
Dá o tom ao texto do anúncio. Se não chegar, escrevemos a partir do que já está na tua ficha e marcamos como assumido.
Se os materiais não chegarem, dizemos antes de avançar e não a meio: a peça de pesquisa fica em espera, e as de Meta saem com o que houver, marcadas como tal.
O portão: o dinheiro não se move antes desta linha. Carrega e vê.
Os três últimos passos estão trancados. Não é decoração — é a ordem real das coisas, e é o que te protege de uma factura que não esperavas.
O plano está à tua frente, inteiro
Repartição, retorno esperado, materiais e canais rejeitados. Nada escondido atrás de um clique.
feito
2
Aprovas — e é aqui que o dinheiro passa a poder mover-se
Fica registado quem aprovou e quando. Sem esta linha, os passos seguintes não existem.
agora
·
Uma pessoa da nossa equipa cria as campanhas no Google Ads e no Meta
À mão, com o teu plano ao lado. Não há ligação directa às plataformas — está dito em baixo, na honestidade do motor.
trancado
·
Primeiro euro gasto
Só depois de tudo o que está acima. E nunca acima do tecto que definiste.
trancado
·
Relatório do mês, com o que ficou por medir dito
O que o dinheiro fez, o que isso significa, e uma a três coisas a mudar.
trancado
Ou diz o que mudavas no plano inteiro. Vira instrução concreta, e a parte que mudar refaz-se — o resto fica.
Honestidade do motor
o que corre hoje, não o que se pretende

Em v1 o plano e os anúncios saem daqui prontos, mas quem carrega no botão nas plataformas é uma pessoa da nossa equipa. A ligação directa ao Google Ads e ao Meta ainda não está feita — quando estiver, deixa de haver esse passo e dizemos-te.

O que corre a sério
A estratégia: escolha de canais com objectivo e papel, a direcção de cada peça de anúncio, os materiais a pedir-te, o portão de aprovação e o mapa do que ficou por lançar.
passos 1, 2, 5 e 6 do rasto · são peças construídas, não esqueletos
O que é feito por pessoa
A repartição do orçamento por canal, a estimativa de retorno, e a criação das campanhas no Google Ads e no Meta.manual em v1
passos 3, 4 e a última parte do 6 · as duas primeiras porque as peças estão declaradas esqueleto; a terceira porque não há ligação às plataformas
O que não se mede
Quantas assinaturas vieram dos anúncios, e quanto custou cada uma.por medir
os números dos anúncios entram por colagem manual · a ligação automática está declarada como fora desta versão
O que muda quando houver ligação
Desaparece o passo manual de lançamento, a repartição passa a ter referências de custo com fonte, e as duas contas que hoje ficam «por medir» passam a ter número.
e dizemos-te quando acontecer · não muda o preço nem muda o portão de aprovação, que fica na mesma
Nada disto está em letra pequena de propósito: um cliente descobre um passo manual na primeira factura, e aí já não é uma nota técnica — é uma questão de confiança.
Preço ligado ao trabalho
do plano, sempre à vista
Pôr dinheiro a trazer clientes
Publicidade paga (Google e Meta) · escalão Sob orçamento
15% do investimento · mínimo 149 €/mês
Onde investir, quanto por canal, que anúncios, e o que se espera de retorno. Aprovas o plano antes de haver um euro gasto.
O que pagas ao Google e ao Meta é à parte e é teu — sai da tua conta, nunca da nossa, e nunca acima do tecto que definiste. O valor acima é o nosso trabalho: o plano, os anúncios, o lançamento à mão e o relatório.

Toda a gente que já gastou dinheiro em anúncios tem a mesma cicatriz: a factura apareceu antes de se perceber o que se tinha comprado. É por isso que este módulo tem um portão em vez de um botão. O plano inteiro está à frente da pessoa — repartição, retorno esperado, o que não sabemos — e só depois de um sim registado é que alguma coisa se move.

O tecto é a outra metade da mesma ideia. Não é uma sugestão nossa que se pode ultrapassar quando o mês corre bem: é um travão que a pessoa põe e nós não contornamos. E quando ela o muda, o plano fica por refazer em vez de se recalcular sozinho — porque a peça que faria essa conta ainda não existe, e fingir que existe seria a primeira mentira de muitas.

Este é o módulo mais fácil de vender com automação a mais. Dizer que uma pessoa carrega no botão custa uma venda de vez em quando. Não dizer custa a relação inteira na primeira factura.

Nota

Estás a ver a Raiz, o nosso cliente de exemplo — é assim que o módulo corre e isto é o que produz.

O produto conquista a relação. A missão aprofunda-a.

Fazemos lucro. Só não o guardamos.

A entidade que factura é publicada aqui.