Demonstração do produto. As empresas, as pessoas, os números e os documentos desta página são inventados, e nenhum registo aqui dentro foi consultado em fonte alguma.

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Conteúdo longo

Escrever com fôlego

Artigos que aparecem nas pesquisas, preparação de podcast, guiões de vídeo. E livros, se for esse o caso.

Antes de leres o resto, duas coisas. Primeira: o texto chega-te sempre como rascunho para mandares mudar — nunca publicamos nada, em nenhum destes formatos. Segunda: há duas máquinas diferentes por trás destes quatro formatos. Um artigo, um podcast e um guião saem de um pedido. Um livro cresce capítulo a capítulo ao longo de semanas, com memória do que já escreveu. Tratar o segundo como se fosse o primeiro é o erro que dá livros incoerentes.
Diz o que queres escrever.
Uma frase basta. Escreve ou carrega para falar; nós dizemos-te qual dos quatro caminhos é este e mudas se percebemos mal.
Quatro caminhos, e são mesmo diferentes
o quarto tem outra máquina por trás

Um texto de fundo que responde a uma pergunta que as pessoas fazem antes de comprar.

Como funciona
Sai de um pedido, numa corridapassagem única
nasce do teu pedido e do que já está na tua ficha; não guarda estado entre pedidos
Quando faz sentido
Quando há uma dúvida que te aparece sempre e que custa vendas. Escreve-se uma vez e trabalha durante anos.
Quanto tempo leva
Sai num pedido. Rascunho contigo em dois a três dias úteis.
o teu tempo entra num sítio só: ler o rascunho e mandar mudar
Nome técnico
artigo de fundo, para o teu site
liga ao catálogo de formatos do sistema — o que se pode encomendar é exactamente o que há motor para fazer
E o que não fazemos: newsletter por email. Está no catálogo de formatos porque as pessoas pedem, mas com o motor marcado como não construído. Dizemos isso em vez de a fazer à mão e chamar-lhe módulo.
O que precisamos de saber de ti
três já vêm da tua ficha
Como falas
Directo, sem adjectivos de marketing, tratamento por tujá sabemos
já na tua ficha · vem do módulo de marca, e é a régua contra a qual o texto é revisto antes de te chegar
O que nunca dizer
«Sustentável» sem número ao lado · «autêntico» · «descubra»já sabemos
já na tua ficha · a varredura corre em cada peça, e é determinística: ou a palavra está lá ou não está
Quem lê ou ouve
Famílias de Setúbal e Palmela que já compram legumes e não querem pensar no assuntojá sabemos
já na tua ficha · decide o gancho de abertura e as perguntas do bloco final do artigo
O que queres que a pessoa faça no fim
Uma coisa só, e a mesma em todas as peças
desbloqueia o convite de fecho · duas chamadas à acção numa peça longa é o mesmo que nenhuma
De onde vem a prova
Números teus, casos teus, fotografias tuas
desbloqueia a evidência de cada secção · sem isto o rascunho chega-te com a lacuna marcada, e não com um número inventado
Que fôlego
Artigo curto ou longo, minutos de episódio, capítulos de livro
desbloqueia a dimensão · e no livro decide também quantos meses isto leva
Quem lê e diz sim
Uma pessoa nomeada, que recebe o rascunho e manda mudar
desbloqueia a entrega · nada é publicado por nós, em nenhum formato
A pergunta em que quase todos encalham é a da prova.
«De onde vem a prova» parece burocracia e é a pergunta que decide a qualidade da peça. Um artigo com números teus vale o dobro de um artigo bem escrito sem nenhum. Se não tiveres os números à mão, avançamos — mas o rascunho chega-te com a lacuna marcada, não com um número inventado. Escolher entre esperar e receber com lacunas é teu; escolher inventar não está em cima da mesa.
Como corre — artigo
abre um passo para ver o que ele fez
Dizes o que queres escreveruma frase tua
Desenhamos a peça antes de a escrevertrabalho nosso
Escrevemos e revemos por dentrotrabalho nosso
Recebes um rascunho e mandas mudarcerca de vinte minutos teus

Antes de haver título, fica escrita a pergunta que a pessoa faz quando chega. Aqui foi «porque é que o cabaz muda todas as semanas?» — a dúvida que faz alguém hesitar em assinar.

A pergunta: porque é que o conteúdo do cabaz não é sempre o mesmo.

A tese: mudar todas as semanas não é falta de organização — é o que acontece quando os legumes vêm de quem os apanhou naquela semana.

O que não fizemos: não fomos pesquisar o mercado para este artigo. Ele assenta no que já está na tua ficha e no que nos deste. Se faltar matéria, aparece marcado em vez de preenchido.

Três títulos com intenções diferentes — um para quem procura, um para quem passa e hesita, um directo — e a linha de resumo que o motor de busca mostra, dentro do limite de caracteres.

Para quem procura: «Porque é que o cabaz muda todas as semanas»

Para quem hesita: «O que está no cabaz desta semana — e porque não sabemos em Janeiro»

Directo: «Como funciona um cabaz de época»

Linha de resumo: «O cabaz muda porque a horta muda. O que isso quer dizer na tua semana, e como se planeia em volta disso.»

Cada secção do artigo tem uma ideia e o que tem de provar. O gancho não é uma introdução simpática: entra pela objecção real da pessoa.

Gancho: a cena de abrir o cabaz e encontrar nabos em vez de tomate. Começa na objecção, não na apresentação da cooperativa.

As cinco secções: o que manda no cabaz · o calendário real de um ano · porque é que a variedade sai mais barata · o que fazer com um legume que nunca cozinhaste · quando o cabaz não é para ti.

A penúltima é a que quase ninguém escreve. Dizer para quem o cabaz não serve é o que dá crédito às outras quatro secções.

Um bloco de perguntas frequentes no fim, escrito para poder ser citado por um motor de resposta. Cada resposta tem de fazer sentido sozinha, fora do artigo.

Quatro perguntas reais: «Posso escolher o que vem no cabaz?» · «E se estiver fora nessa semana?» · «Dá para duas pessoas ou é para família?» · «Os legumes são biológicos?»

Porque é que isto conta como valor: hoje muita gente pergunta a um assistente em vez de escrever no motor de busca. Uma resposta auto-contida pode ser citada; um parágrafo que só se entende com o artigo em volta, não.

Ligações: os lugares onde entram ligações para outras páginas tuas ficam marcados. As ligações para fora só entram se a fonte existir — nunca se inventa um endereço.

A arquitectura acima vira um briefing compacto, e é isso que o gerador de escrita recebe. Escreve a partir do esqueleto e da tua voz, não a partir do tema em bruto.

Porque é que a ordem importa: quem escreve não vai buscar nada. Recebe o esqueleto, a tua voz e o que cada secção tem de provar, tudo injectado no pedido.

Onde falta prova, fica a lacuna à vista. Não entra um número plausível. Vais ver isso no rascunho, mais abaixo — a marca de lacuna está lá de propósito.

As palavras que não podes dizer são varridas e substituídas pelos termos que preferes. Não é juízo de ninguém: ou a palavra está no texto ou não está.

Duas coisas correm sempre, em todos os formatos: a varredura das palavras proibidas e a inserção do aviso legal na dimensão certa para o formato.

No artigo o aviso é o longo, porque a peça é a que fica em casa e é lida por quem chega de fora meses depois.

Outra revisão, sem o contexto de quem escreveu, com duas metades: uma lista de coisas que passam ou não passam, e uma nota de qualidade de escrita.

O que passa ou não passa: zero palavras proibidas, aviso presente, cada dado rastreável ou marcado como lacuna, fidelidade ao conceito, e a peça a respeitar o esqueleto.

O que é nota de qualidade: o gancho prende? a profundidade justifica o fôlego ou é um post esticado? a voz é a tua ou a de todos? e a lista de tiques de máquina — travessões a granel, a construção «não X mas Y», «nos dias de hoje», grupos de três.

Chumbar aqui não é mau sinal. É o único sítio onde se apanha um texto correcto e sem alma antes de ele te chegar.

O artigo é gravado na tua pasta e entregue como rascunho, com as lacunas listadas. Não vai ao ar por nossa iniciativa em nenhuma circunstância.

O que recebes: o ficheiro, o resultado da revisão, e a lista do que ficou por provar.

O que não acontece: publicação automática. Está escrita como anti-padrão do motor, e vale para os quatro formatos.

O que recebes
artigo · dados de exemplo
O artigo
Cerca de mil e seiscentas palavras, cinco secções, com os subtítulos que se leem em diagonal
em ficheiro de texto, pronto a colar na tua página — e a página de destino já existe, veio do módulo de site
Três títulos
Um para quem procura, um para quem hesita, um directo — escolhes tu
e a linha de resumo que aparece nos resultados de pesquisa
Perguntas frequentes
Quatro perguntas com resposta que se entende sozinha, fora do artigo
é a parte que faz o texto poder ser citado por um assistente, e não só encontrado
As lacunas, listadas
O que ficou por provar, com a razão
no rascunho abaixo há uma marca de lacuna real: não trocámos por um número plausível

Como o rascunho chega, a sério. Estas são as três primeiras passagens, com a marca de lacuna onde falta um número teu. Não foi substituída por nada plausível — é isso que a marca serve.

Abertura
Abres a caixa em Fevereiro e não há tomate. Há couve, alho-francês e nabos — outra vez. Se já pensaste que a Raiz se esqueceu do teu cabaz, não te esqueceste de nada: é o contrário.
Passagem 2
O cabaz muda porque a horta muda. Nós não escolhemos o que vai no cabaz de Fevereiro em Janeiro; escolhemos em Novembro o que semear, e Fevereiro decide o resto. [DADO — quantos quilos de fava se perderam na geada deste ano, número a confirmar contigo]
lacuna marcada de propósito · o número existe do teu lado e nós não o temos; um número aproximado aqui seria a coisa mais barata de escrever e a mais cara de descobrir
Passagem 3
É por isso que a variedade não é um extra do cabaz. É a única forma de haver cabaz todas as semanas.
É um rascunho. Mandar mudar é o passo normal, não uma queixa.
Ninguém acerta na voz de outra pessoa à primeira. O texto vem para ser cortado, contrariado e devolvido — e é por isso que chega em passagens, cada uma com o seu botão, em vez de um bloco que só se pode aceitar ou rejeitar por inteiro.
Como se evita que soe a máquina
o teu medo é razoável

Quem já recebeu texto encomendado nos últimos dois anos conhece o género: correcto, simpático, e igual a tudo. Não se resolve pedindo «mais humano». Resolve-se com uma régua escrita antes de haver texto, e com quem a aplique depois.

A régua escreve-se por exemplo
Passagens que são a tua voz, passagens que não são, e palavras proibidas
«escreve num tom mais caloroso» não é uma instrução que funcione · exemplares, anti-exemplares e proibidos funcionam, e é assim que o sistema o faz
Os tiques que se procuram
Travessões a granel · a construção «não X mas Y» · aberturas do género «nos dias de hoje» · grupos de três · a frase-resumo arrumadinha no fim de cada parágrafo
esta lista está escrita nos contratos das duas máquinas, não é uma sensibilidade de quem revê
Frases todas do mesmo tamanho
É a marca menos conhecida e a mais reveladora: o texto de máquina tende a um ritmo uniforme
no livro, a variação de frase é medida por um programa · nos outros três formatos é apanhada por quem revê
No livro, há um travão automático
Um programa corre em cada capítulo e o resultado é passa ou não passadeterminístico
verifica proibidos, travessões e uniformidade · saltá-lo está proibido no próprio motor, porque é a única garantia que não depende de juízo
Nos outros três, é juízo com régua
A revisão de olhos frescos tem uma nota de qualidade, e um texto correcto mas sem voz chumba nelanão é programa
é uma diferença real entre os dois motores e não a escondemos · o que corre em todos os formatos, determinístico, é a varredura das palavras que não podes dizer
Nada disto garante que gostes do texto à primeira. Garante que, se não gostares, é por uma razão que se pode dizer em palavras — e mandar mudar.
Honestidade do motor
o que corre hoje, não o que se pretende

Escrevemos e revemos por dentro. O texto vai a ti como rascunho, para leres e mandares mudar.

O que corre a sério
A arquitectura das peças, a escrita a partir dela, a varredura de conformidade, a revisão de olhos frescos, e — no livro — a bíblia da obra, o registo de factos, os três travões por capítulo e a montagem final.
são as 5 peças do rasto · e as duas máquinas estão ambas construídas, não são planos
O que é teu, por desenho
A escolha da voz no arranque de uma obra, a leitura no fim de cada acto, e a publicação de qualquer peça em qualquer formato.és tu
não é uma limitação técnica · publicar automaticamente está proibido nos dois motores, e a escolha da voz não se delega
O que não fazemos, e é pedido
Newsletter por email. Está no catálogo de formatos com o motor marcado como não construído.sem motor
preferimos dizê-lo a fazê-la à mão e chamar-lhe módulo · quando existir, entra aqui sem mudar o preço
O que ainda não foi provado em escala
O livro correu de ponta a ponta numa novela de seis capítulos — fundação, travões, paragem a meio, retoma a frio e montagem. Um romance de trinta capítulos ainda não foi corrido.por provar em escala
está declarado como aberto no próprio motor · se o teu livro for grande, isto é matéria de conversa antes de começarmos, não uma surpresa ao capítulo vinte
O que estas máquinas não fazem
Pesquisar. Nenhuma das duas tem ferramenta de pesquisa: escrevem a partir do que já se sabe de ti.
falta de matéria vira lacuna marcada, nunca um número aproximado · pesquisa a sério de um tema é outro trabalho e não está neste preço
A diferença de controlo anti-máquina entre o livro e os outros três formatos está dita em cima, no bloco da voz. Não está em letra pequena porque é o género de coisa que se descobre no terceiro capítulo — e aí já custa a relação.
Preço ligado ao trabalho
do plano, sempre à vista
Escrever com fôlego
Conteúdo longo · escalão Starter
119 €/mês
Artigos que aparecem nas pesquisas, preparação de podcast, guiões de vídeo. E livros, se for esse o caso.
O preço cobre os formatos de passagem única — artigo, podcast e guião — dentro da cadência do teu plano. Uma obra sequenciada é outro compromisso de tempo e orça-se à parte, com o número de capítulos à frente: dizer que um livro cabe numa mensalidade seria a primeira coisa a correr mal.

Um artigo e um livro parecem o mesmo trabalho com dimensões diferentes. Não são. Um artigo sai de um pedido: lê-se o que se sabe da marca, desenha-se a peça, escreve-se, revê-se, entrega-se. Um livro não cabe numa corrida — e a razão não é o comprimento, é a memória. No capítulo doze é preciso lembrar-se do que ficou fixado no primeiro, e nenhuma máquina se lembra sozinha do que escreveu há três semanas. Por isso o livro tem estado em ficheiros, e é isso que o torna possível.

Foi por isso que este ecrã tem quatro caminhos em vez de um formulário com um campo «tipo de conteúdo». O campo dava a entender que a diferença é de tamanho. A diferença é de máquina, de tempo teu, e de forma de pagar.

E o rascunho é rascunho de propósito. Nenhum texto encomendado acerta na voz de outra pessoa à primeira vez, e um sistema que entregasse texto pronto a publicar estaria a esconder isso. O que se pode prometer é o que está aqui: uma régua de voz escrita antes de haver texto, revisão que procura os tiques de máquina em vez de os deixar passar, lacunas marcadas onde falta prova, e a última palavra a ser sempre tua.

Nota

Estás a ver a Raiz, o nosso cliente de exemplo — é assim que o módulo corre e isto é o que produz.

Unprofit é a marca do grupo. Quem factura é a MBSP, Lda.