Demonstração do produto. As empresas, as pessoas, os números e os documentos desta página são inventados, e nenhum registo aqui dentro foi consultado em fonte alguma.

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Fidelização

Não perder quem já é cliente

Mensagens para quem acabou de comprar, para quem desapareceu, e uma razão para voltar. Mais a lista de quem está a arrefecer.

Diz-nos o que te preocupa em quem já te comprou.
Uma frase basta. Escreve ou carrega para falar; do que disseres tiramos o ritmo do teu negócio, e mostramos-te a partir de quando é que alguém conta como desaparecido.
Como é que isto lê a frase, já que estamos a ser honestos: procura palavras — «semana», «mês», «ano». É correspondência de palavras nesta demonstração, não inteligência a interpretar-te. Por isso é que os botões em baixo existem.
O que precisamos de saber de ti
quatro já vêm da tua ficha
Como falas
Directo, sem adjectivos de marketing, tratamento por tujá sabemos
já na tua ficha · vem do módulo de marca, e é a voz em que estas mensagens são escritas
O que nunca dizer
«Sustentável» sem número ao lado · «autêntico» · «não perca esta oportunidade»já sabemos
já na tua ficha · cada mensagem é varrida contra esta lista antes de te chegar
Quem já te comprou, e quando
A folha de encomendas que já usas, com a data da última entrega de cada umjá sabemos
já na tua ficha · é a mesma folha do módulo de site, não se pede outra vez
De quanto em quanto tempo volta um cliente teu
Cabaz semanal — quem assina recebe todas as sextas
é a pergunta que muda tudo neste módulo · sem ela, «desapareceu» é um número inventado, e uma mensagem enviada cedo de mais é spam
O que podes dar sem perder dinheiro
Uma caixa de fruta da época, quando há a mais — custa-te pouco e vale muito
desbloqueia a razão para voltar · propomos o modelo mais simples que serve, não o mais bonito
Quem carrega em enviar
Tu, a partir do calendário que te deixamos
muda a cara do calendário · instruções escritas para ti, ou plano de trabalho nosso se preferires que sejamos nós
O que aconteceu na última campanha
A feira de Setembro em Palmela, com o cartaz e as inscriçõesjá sabemos
já nos teus trabalhos · serve para o tom continuar o mesmo, e não parecer que mudámos de empresa
São três perguntas a sério, e três minutos. Tudo o resto já sabemos de te termos feito outro trabalho — e o que já sabemos não se volta a perguntar.
Como corre
abre um passo para ver o que ele fez
Dizes-nos de quanto em quanto tempo voltamcerca de cinco minutos teus
Escrevemos as mensagens todastrabalho nosso
Lês e mandas mudar o que não soa a ticerca de vinte minutos teus
Envias pelo calendário, à tua mãopoucos minutos por semana, teus

Antes de escrever nada, duas coisas: a tua voz e a tua lista de proibidos vêm da ficha da empresa, e o ritmo do teu negócio fixa a janela de «desapareceu». Sem ficha, isto pára aqui — não se escreve na voz de ninguém a adivinhar.

Ritmo lido: cabaz semanal. Entra na tabela como negócio de compra frequente, e a tabela devolve trinta dias.

O que fizemos a seguir, e é uma decisão de pessoa: trinta dias num cabaz semanal são quatro entregas falhadas. Apertámos para catorze. Está marcado como afinação humana em baixo, e podes desfazê-la.

Para cada uma das quatro alavancas montámos o briefing: para que serve, quantos toques, com que espaçamento, em que tom, e o que se pede em cada mensagem. Esta parte é escolha, e a escolha é de uma pessoa.

Boas-vindas: cinco toques em quarenta e cinco dias, cada um com um motivo próprio — nunca dois seguidos a pedir a mesma coisa.

Win-back: três toques que sobem de valor, com a oferta só no terceiro. Começar pela oferta ensina o cliente a esperar por ela.

Fidelidade: o modelo mais simples que serve — carimbo, e não pontos nem clube. Um cabaz semanal não tem volume para escalões, e um programa que ninguém percebe não é aderido.

Traz um amigo: uma peça só, e para quem já repetiu três vezes. Pedir a quem comprou uma vez é pedir de mais.

Oito mensagens escritas de uma vez — cinco de boas-vindas e três de win-back — cada uma com assunto, corpo, o que se pede e em que dia sai. Escritas contra a tua ficha, não contra um modelo genérico.

Cada mensagem pede uma coisa diferente. Ver, guardar, responder, conhecer, escolher. É de propósito: oito mensagens a dizer «encomenda já» achatam a voz e ensinam a pessoa a ignorar-te.

Onde faltava um dado, ficou a marca do dado e não uma invenção. A mensagem do dia 45 diz «podes trocar dois legumes por semana» porque tu confirmaste; a que falava do número de famílias que já te compram ficou com [DADO] à espera de ti.

Entre carimbo, pontos e clube, escolhemos carimbo — e a escolha vem com a razão escrita, para poderes discordar com argumento em vez de gosto.

Carimbo: à décima entrega, uma caixa de fruta da época. Percebe-se em cinco segundos, não precisa de aplicação nenhuma, e o prémio é o que te custa menos e vale mais — fruta que ias ter a mais de qualquer maneira.

Porque não pontos: obrigam a contas e a um sítio onde as ver. Volume a menos para justificar isso.

Porque não clube com escalões: divide os teus clientes em melhores e piores, e numa cooperativa isso trabalha contra ti.

Traz um amigo: uma mensagem, enviada só a quem já repetiu três vezes, com o mesmo prémio dos dois lados.

Todos os toques das quatro alavancas passaram a viver num sítio só, por dia relativo, com quem envia à frente. E montámos a folha de quem está a arrefecer — a peça mais concreta que este módulo entrega.

A folha tem seis colunas: quem, quando comprou pela última vez, qual é o gatilho, quando sai a mensagem, o que lhe dizemos, e o que aconteceu. A pré-visualização em baixo mostra cinco das seis: o gatilho e a data de envio aparecem fundidos numa coluna só — «Passou a janela?».

A última coluna vai vazia, e é de propósito. Enche-se à mão, por ti, depois de enviares. É a única forma de haver medição sem ferramenta contratada — e é ela que alimenta o relatório do último passo.

A folha está em baixo nesta página, com o teu ritmo aplicado. Muda o ritmo e vês as linhas mudarem de lado.

Um ficheiro único que abre em qualquer computador, sem instalar nada e sem estar ligado a nós: as quatro séries legíveis, o calendário, a folha, e as instruções de envio escritas para quem vai enviar.

Escrito para ti a enviares, porque foi essa a tua resposta na pergunta de quem carrega em enviar. Se mudares de ideias e quiseres que sejamos nós, o mesmo documento sai como plano de trabalho nosso — muda o tom das instruções, não o conteúdo.

A expectativa de resultado vai escrita lá dentro, com a mesma honestidade com que está nesta página: é a expectativa do método, não uma medição tua.

Quem escreve não se revê. As mensagens passam por um revisor separado que não é o autor, com uma lista fechada do que tem de estar presente e uma nota de qualidade que tem de chegar a oito em dez.

A lista fechada: as quatro alavancas presentes, cada mensagem com pedido e com dia, o gatilho declarado, a mecânica escolhida com razão, o calendário e a folha montados, a expectativa escrita, e zero jargão de marketing por traduzir.

O que o revisor apanhou nesta corrida: a mensagem do dia 7 pedia a mesma coisa que a do dia 2. Foi reescrita para pedir uma resposta em vez de uma leitura.

Duas voltas, e pára. Se à segunda ainda não passar, o trabalho vai para uma pessoa em vez de ser tentado uma terceira vez.

O plano chega-te com um resumo de cinco linhas pronto a colar. Nada foi enviado a ninguém, e nada será: o envio é o teu passo, e passa por olho humano nosso antes de sair para ti.

Não há aqui um botão que dispare mensagens. Não é uma opção desligada — é uma ferramenta que não está contratada. O que existe é o texto pronto e o calendário que te diz quando.

Nada segue directo ao cliente final. Trabalho que sai para fora passa sempre por uma pessoa nossa antes de te chegar, e depois por ti antes de chegar a quem quer que seja.

A última coluna da folha, preenchida por ti, vira um relatório curto: o que aconteceu, o que significa para o teu negócio, e o que propomos a seguir. Cada número com uma frase ao lado a dizer o que quer dizer.

Nada de painéis com números soltos. Número sem comentário não entra no relatório — se precisas de nos perguntar o que significa, o relatório falhou.

O que não houver, diz-se com calma. Se só enviaste a metade da lista, o relatório diz isso e trata a amostra como pequena, em vez de esticar a conclusão.

Isto ainda não correu. Não há envios, logo não há nada medido — o que existe é a folha montada e a coluna à espera.

O que recebes
quatro coisas, e uma folha para trabalhar
Logo depois de comprar
Cinco mensagens ao longo do primeiro mês e meio, uma de cada vez, cada uma com um motivo próprio para existir5 mensagens
é onde se ganha o segundo cabaz · a maior parte das pessoas que desaparece, desaparece aqui
Quando alguém desaparece
Três mensagens que sobem de valor — primeiro só uma lembrança, depois um lugar guardado, e só no fim uma oferta3 mensagens
o quando é calculado do teu ritmo, em baixo · a oferta é a última carta, não a primeira
Uma razão para voltar
Cartão de carimbos: à décima entrega, uma caixa de fruta da época. Escolhido por ser o mais simples que serve este negóciocarimbo
pontos e clubes só quando o volume os justificar · começar pesado é a forma mais rápida de ninguém aderir
Quem gosta traz outro
Uma mensagem de «traz um amigo» e a recomendação de onde juntar quem já te compra1 peça + canal
para uma cooperativa, o canal mais barato que funciona é uma lista de difusão, não uma rede social nova
De quanto em quanto tempo é que os teus clientes voltam?
É a única pergunta deste módulo que muda tudo. Numa cooperativa de cabazes semanais, «desapareceu» são duas semanas; numa loja de móveis são dois anos. Carrega no ritmo do teu negócio e vê o resto mudar.
A janela em uso
14 dias sem comprarafinado por uma pessoa
a tabela dá 30 dias a este ritmo · quem apertou para 14 foi uma pessoa a olhar para este negócio, porque 30 dias num cabaz semanal são quatro entregas falhadas
A tabela dá quatro escalões e não mais. É grossa de propósito — o último ajuste é de quem conhece o negócio, e fica marcado como tal para saberes de quem foi a decisão.

A folha de quem está a arrefecer. É a peça mais concreta deste módulo e a que vais ter aberta todas as semanas. Com a janela em 14 dias, são 4 de 8 a precisar de mensagem hoje.

QuemÚltima compraPassou a janela?O que lhe dizemosResultado
Marta Sequeira
cabaz médio
31 diassai hojeTerceira: Meio cabaz, para voltares a experimentara preencher por ti
Tasca do Sardinha
restaurante
24 diassai hojeTerceira: Meio cabaz, para voltares a experimentara preencher por ti
Rui Baptista
cabaz pequeno
19 diassai hojeSegunda: Guardámos-te um lugar na entrega de sextaa preencher por ti
Ana Pais Loureiro
cabaz grande
16 diassai hojePrimeira: O que há esta semanaa preencher por ti
Casa da Serra
restaurante
12 diasainda dentro · daqui a 2 diasa preencher por ti
Joana Vilar
cabaz médio
9 diasainda dentro · daqui a 5 diasa preencher por ti
Nuno Estêvão
cabaz pequeno
5 diasainda dentro · daqui a 9 diasa preencher por ti
Mercearia do Largo
restaurante
3 diasainda dentro · daqui a 11 diasa preencher por ti
A última coluna vai vazia e é assim que tem de ser: sem ferramenta de email contratada, quem sabe o que aconteceu és tu. Preenches ao fim da semana, e é isso que dá o relatório de daqui a três meses.

As cinco de boas-vindas, cada uma a pedir uma coisa diferente. É aqui que se ganha o segundo cabaz.

Dia 0
O teu primeiro cabaz sai sextaVer o que vem dentro
Dia 2
O nabo que ninguém sabe cozinharGuardar a receita
Dia 7
Correu bem? Diz-nos o que sobrouResponder a esta mensagem
Dia 21
Quem planta o que comesConhecer o Sr. Aníbal
Dia 45
Podes trocar dois legumes por semanaEscolher as trocas

As três de quem desapareceu, pela ordem em que sobem de valor. A primeira não oferece nada.

Primeira
O que há esta semanaVer a lista de sexta
sem oferta nenhuma · é só uma lembrança de que existes
Segunda
Guardámos-te um lugar na entrega de sextaConfirmar o lugar
cinco dias depois · o valor sobe, ainda sem desconto
Terceira
Meio cabaz, para voltares a experimentarVoltar com meio cabaz
doze dias depois · meio cabaz ao preço do pequeno — a oferta é a última carta

O calendário, com quem envia à frente de cada linha. É o que torna o envio à mão possível sem ninguém ter de se lembrar de nada.

Sexta, toda a semana
A lista do que há — a mesma que já mandas, agora escrita
envias tu · dez minutos
Dia 0, 2, 7, 21 e 45 de cada cliente novo
As cinco mensagens de boas-vindas, pela ordem
envias tu · a folha diz-te quem entra em que dia
Quando alguém passa a janela
A primeira de win-back, e as outras duas se não houver resposta
envias tu · a folha marca a linha a amarelo por ti
À décima entrega de cada um
O carimbo cheio e a caixa de fruta
tratas na entrega · não é mensagem, é o que vai dentro da caixa
Uma vez por mês
O «traz um amigo», só a quem já repetiu três vezes
envias tu · a quem não repetiu, isto soa a pedir de mais

E o que se espera que isto dê. Vai escrito no documento com estas palavras — é a expectativa do método, medida noutros negócios, não uma medição tua.

Quem volta a comprar
+15 a 25%
a noventa dias · expectativa declarada pelo método
Por medir aqui. O número que conta é o teu, e sai da folha de encomendas — não de nós.
Desaparecidos que voltam
20 a 30%
dos que receberam a série de win-back · expectativa declarada pelo método
Por medir aqui. Só se sabe depois de haver envios e de a última coluna da folha estar preenchida.
Preferíamos não pôr aqui números nenhuns. Ficam porque o método obriga a declarar a expectativa antes de começar — é isso que te deixa cobrar-nos a conta ao fim de três meses, em vez de discutirmos se correu bem.
Honestidade do motor
o que corre hoje, não o que se pretende

As sequências e o calendário saem prontos. O envio é feito por ti ou por nós à mão — não há ferramenta de email contratada em v1.

O que corre
As quatro séries escritas, a mecânica escolhida com razão, o calendário e a folha montados, e a revisão por peça separada de quem escreveu.
O que é pessoa
Carregar em enviar. Todas as vezes, em todas as mensagens.todas as semanas
e preencher a última coluna da folha, que é a única medição que existe sem ferramenta contratada
O que não se mede
Quem abriu e quem carregou. Sem ferramenta de email não há esse número, e não o vamos estimar.
o que se mede é quem voltou a comprar — e isso vês na tua folha de encomendas, que já é tua
O que muda quando houver ferramenta
As mesmas séries passam a sair sozinhas, sem ninguém carregar em nada.
o sinal para o fazer está escrito: quando estiveres a enviar à mão mais de quatro semanas seguidas · contratar a ferramenta é uma decisão de custo, e é tua
Preço ligado ao trabalho
do plano, sempre à vista
Não perder quem já é cliente
Fidelização · escalão Starter
79 €/mês
Mensagens para quem acabou de comprar, para quem desapareceu, e uma razão para voltar. Mais a lista de quem está a arrefecer.
Se um dia contratares ferramenta de envio, o custo dela é teu e paga-se a quem a vende — não passa por nós nem entra neste valor.

Este módulo existe por uma conta simples. Quando fazemos uma campanha, gastamos o teu dinheiro a trazer gente nova — e sem isto, esse dinheiro rende uma vez. A pessoa compra, some, e para a trazer outra vez paga-se tudo de novo. Reter é a única parte do marketing em que se ganha duas vezes com o mesmo cliente.

É também o módulo com mais probabilidade de correr mal, e o motivo é sempre o mesmo: a mensagem chega cedo de mais. Uma pessoa que compra cabaz todas as semanas e recebe um «sentimos a tua falta» ao fim de três dias percebe imediatamente que aquilo é automático — e a partir daí não abre mais nada. Por isso é que a pergunta do ritmo vem antes de qualquer texto, e por isso é que a tabela tem quatro escalões grossos com uma pessoa a afinar no fim.

E é por isso que a folha é o entregável e não um extra. Um plano de fidelização sem uma folha aberta todas as semanas é um documento bonito na gaveta. Com a folha, ao fim de três meses há uma conversa com números — mesmo que os números sejam poucos e escritos à mão.

Nota

Estás a ver a Raiz, o nosso cliente de exemplo — é assim que o módulo corre e isto é o que produz.

Unprofit é a marca do grupo. Quem factura é a MBSP, Lda.